segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Institucional - Parceria da Quattro Ragazze Brasiliane nella Cucina Italiana e a Empresa Cepêra

Com grande orgulho, anunciamos a nossa parceria!
Até dezembro, os vencedores do Sfida Della Nostra Cucina, receberão um prêmio especial com produtos da Empresa Cepêra Alimentos.


Fundada em 1947 na cidade de São Paulo, a CEPÊRA, indústria que tinha como principal atividade o processamento de especiarias, iniciou sua reestruturação em 1968, quando sob nova direção, passou a se dedicar também à área de conservas, molhos e condimentos.
A empresa conta com duas unidades fabris, estrategicamente localizadas no interior de São Paulo. Uma em Itaquaquecetuba e outra em Monte Alto.
A cidade Monte Alto foi escolhida pela Cepêra para ser a sede principal da indústria por estar próxima das regiões produtoras de tomates, goiabas, pimentas, cebolas, hortaliças e legumes. Dessa forma, a empresa consegue processar a matéria-prima dos produtos imediatamente após as colheitas, garantindo qualidade e sabor.
Além de abastecer as gôndolas dos principais supermercados e atacadistas do Brasil, a Cepêra também distribui produtos nos Estados Unidos, Argentina, Paraguai, Uruguai, Cabo Verde, Luxemburgo e Japão.

Linha Senninha
Apoiar projetos sociais sempre fez parte da filosofia da Cepêra. A empresa teve a oportunidade de contribuir de maneira mais sólida com uma das entidades de maior credibilidade na área social, o Instituto Ayrton Senna.

Marcas: Cepêra, Mamma, MammaD'oro e Campeiro.



La Pasta

Nos meses de setembro e outubro, realizaremos um evento muito especial: dia 25 de outubro é comemorado o Dia do Macarrão.

Um pouco de história

O surgimento do macarrão sempre foi um grande mistério, ninguém sabe onde surgiu. Temos apenas alguns dados históricos sobre o seu aparecimento:

  • Por volta de 2500 a.C. as civilizações assírias e babilônica registraram um alimento feito de uma pasta cozida de cereais e água.


  • No século V, os hebreus comiam em rituais judaicos uma espécie de farinha cozida em água, conhecida como Itriyah.


  • Na Roma antiga, século VII antes de Cristo, comia-se uma papa de farinha cozida em água, chamada pultes. Com legumes e carne eram chamadas de puls púnica. Com queijo fresco e mel, puls Julia.


  • Na versão mais comum, o macarrão teria chegado ao ocidente pelas mãos de Marco Polo, mercador veneziano que visitou a China no século XIII.


  • Na Itália, em 1279, 16 anos antes do retorno de Marco Polo, foi registrada uma cesta de massas chamada "macaroris" no inventário de bens de um soldado genovês de nome Ponzio Bastione.


  • No século IX, os árabes levaram para Sicilia uma massa seca para melhor conservação nas longas travessias.


  • A palavra macaronis, seria derivada do verbo maccari, que siginifica esmagar ou achatar com muita força, de um antigo dialeto da Sicília, por sua vez, vem do grego makar, que quer dizer sagrado.


  • A palavra pasta vem do grego "Pastillos".


  • O termo macarrão foi usado na Idade Média para indicar vários tipos de massas.


  • Os latinos da época de Cristo já se deliciavam com um prato batizado de "macco", um caldo de favas e massas de trigo e água.


  • Os italianos inventaram mais de 500 variedades, tipos e formatos de massa, incorporando a farinha de grano duro, permitindo o cozimento correto.


  • O macarrão chegou no Brasil no final do século XIX, trazido pelas primeiras famílias de imigrantes italianos.

Fontes:
http://www.historiadetudo.com/macarrao.html http://www.abima.com.br/eam_historia.html http://www.abima.com.br/eam_formatos.html http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/historia-do-macarrao/historia-do-macarrao.php

sábado, 13 de setembro de 2008

Famiglia Ricchetti

Olá,

consegui informações sobre o meu bisavô e a nossa história de familia.
Demorei para juntar muitas e poucas informações de vários parentes Ricchetti.
Também fiz um estudo que escreverei futuramente.
Nesta postagem colocarei alguns pontos em itálico para diferenciar os fatos e as lembranças.

Primeiro Parte

Minha bisavó, Giovanna D´andrea Ricchetti vivia no palácio do Rei Emanuel e sua mãe era mama de leite dos filhos do rei, dando o direito ao um título de nobreza.
Esse titulo foi cancelado quando ela casou com o senhor Angelo Ricchetti, considerado um rapaz de família plebéia.
Como sempre, o casamento de ambos não foi aceito pela família D´andrea.


A familia D´andrea e Ricchetti são família e sobrenomes originários do Norte da Itália, da região de Vêneto.
Não sei o motivo da ida deles para o Sul, Região de Puglia, acredito que o Sr. Angelo Ricchetti foi atraido pelos grandes maestros que ganhavam reconhecimento no sul da Itália em torno de 1840.


Segunda Parte


Angelo Ricchetti, embarcou para o Brasil sem a sua família (antes de 1886), a pedidos de outros italianos que sentiam muitas saudades da cultura italiana e por aqui não tinha nada que lembrasse lá.
Veio da Itália, não como imigrante para trabalhar nas lavouras no interior do Brasil, mas como maestro, jornalista, partidário revolucionário colega do anarquista Garibaldi.

Com o fim da escravidão, a carência de condições sociais, cultura e falta de mão de obra nas lavouras, o governo Brasileiro começou abrir os portos para novos imigrantes com a promessa de uma vida melhor (que nunca foram realizadas). Os primeiros imigrantes não puderam trazer as suas famílias, deixando-as na Itália.
Só embarcavam homens, viúvos (as) ou mulheres solteiras e todos maiores de idade.
Com o passar do tempo e o crescimento da agricultura, foi autorizado o embarque de famílias completas. Utilizando, assim, mão de obras de todos que chegavam em terras brasileiras, principalmente a infantil.


No navio, meu bisavô conheceu outra italiana e formou uma nova família engravidando-a. Essa nova família se dirigiu para região Norte, já que o Sul e Suldeste começava a super lotar de imigrantes italianos.
Sua esposa Giovanna D'andrea Ricchetti e sua filha Linda Ricchetti ficaram na cidade de Foggia, esperando o seu retorno.
Ele retornou para Itália para buscar a sua esposa e filha, desembarcando no porto de Santos em 1.886 e não sabemos dizer qual o motivo eles foram para cidade São Manuel do Paraíso.


Giovanna teve que mudar o seu nome para Joana, já que em terras brasileiras, era difícil a pronuncia de muitos nomes e sobrenomes italianos.


Meu bisavô era jornalista e trabalhou no Jornal da cidade no qual, por exemplo, narrou toda a história da Primeira Guerra Mundial na Europa e Ásia, ouvindo notícias das rádios inglesas por meio de uma rádio galena.
Ele também era compositor e maestro, aos domingos sua banda tocavam valsas e músicas clássicas no coreto do jardim. Houve um concurso das bandas das cidades interioranas na capital de São Paulo. A banda de São Manuel ganhou o 1º lugar.
Angelo Ricchetti, importou da Itália todos os instrumentos componentes da banda.
Foi julgado como contrabando pelos fiscais por ter instrumentos de uma banda completa.
O senhor Angelo Ricchetti falou ser o maestro da banda e tocou pra mostrar aos fiscais que dizia a verdade. Tocou em alguns instrumentos o hino nacional brasileiro, imediatamente foram liberados os instrumentos.
Aqui no Brasil, meus bisavós tiveram os filhos: Fausto, Helena, Henrique, Herminio e Uth (meu avó).
Porque Uth?
Angelo Ricchetti conhecia muito bem as notas musicais e a origem do nome das notas. Antigamente as notas do, de do, ré, mí, etc era Ut.
Um monge que deu nome às notas, usava as primeiras letras das cidades alemãs. Ut era de Utrecht, cidade que ainda existe e é famosa!
Então deu o nome no filho caçula de UTH em homenagem à música.
Mas antes de morrer fez todo mundo jurar que nenhum Ricchetti poderia ser músico pois tinha sido a sua desgraça, fazendo os filhos e a esposa queimar todas as suas obras e assim falecendo.


Terceira Parte


Fausto Ricchetti ocupou cargos importantes como diretor da secretária das municipalidades e diretor da secretária da fazenda.

Henrique Ricchetti foi delegado de ensino na grande São Paulo, simplesmente era ele o único.
Em 1.947-1951 ele foi deputado constituinte.
Em 1.957 ele foi nomeado pelo prefeito Vladimir de Toledo Piza secretário da Educação e Cultura da cidade de São Paulo.
Criou o Ensino Primário Municipal.
Na época, a prefeitura construía prédios e passava para o Estado.
Uma vez criado o ensino primário municipal o secretário começou a realizar o seu sonho; as escolas principalmente em bairros da periferia.
Aos professores para serem nomeados teriam que ter em 1º lugar seu diploma, 2º alugar um galpão e 3º ter 40 alunos.
Os inspetores colegas de Henrique Ricchetti como delegado ajudaram muito para que este sonho fosse realizado na secretária de Educação e Cultura.
À noite, entre 22:00 ou 23:00 estava uma luz acesa, onde Henrique e seus amigos organizavam processos da criação do ensino primário municipal.
Neste pouco tempo foram nomeados 3.000 professores, como cada um deles pagavam o local da sua classe; passaram a receber mais do que os professores estaduais.
Isto irritou o governador de São Paulo Jânio da Silva Quadro, que enviou um emissário levando um recado ao professor Henrique Ricchetti.
Queria persegui-lo, pois Henrique era delegado de Ensino Estadual, tendo ele mais de 30 anos de trabalho realizado, pedindo a sua aposentadoria.
Pegou um avião e foi ao Rio de Janeiro onde estava o Prefeito Vlademir de Toledo Piza e o pôs a par do fato, Piza perguntou a ele:
-Ricchetti o que você pretende fazer?
-Aqui está o decreto Piza. Assine, eu assinarei e está criado o ensino primário municipal.
Com o passar do tempo, o mesmo emissário que levou o recado do senhor governador Jânio da Silva Quadro ao professor Ricchetti, levou novamente um recado e uma passagem de avião para Brasília quando Jânio da Silva Quadro era presidente do Brasil, onde Jânio queria falar com ele.
Que ficou confuso, uma vez que foi ameaçado pelo governador.
O emissário insistiu para que ele fosse a Brasilia.
Lá chegando, ao entrar no palácio ele disse que estava lá para falar com o presidente. Perguntaram a ele o seu nome e ele respondeu:
-Henrique Ricchetti.
-Por favor o senhor me acompanhe.
Ao entrarem em um salão enorme, com uma enorme mesa rodeada de cadeiras, lá na cabeceira estava o senhor presidente Jânio que levantou, foi em direção ao Henrique Ricchetti, dizendo em voz alta:
-Professor Henrique Ricchetti é de homens como você que eu preciso.
E nomeou coordenador radical do ensino em todo o Brasil.
Terminou Henrique Ricchetti se ezonerado do cargo quando Jânio renunciou á presidência.

Uth Ricchetti (meu avô) era o temporão da família.
Estudou a sua vida toda em colégio interno na capital de São Paulo e voltou aos 16 anos para cidade de São Manuel.
Apaixonou pela Lucila Campos Mello, de família Brasileira e o namoro não foi aceito pela família de ambos.
A família Ricchetti queria manter laços com famílias italianas e a família Campos Mello odiavam os italianos que estavam ali para roubar suas terras e comidas.
Na época acontecia a revolução no Estado de São Paulo e meu avô revoltado com essa situação, se alistou para participar da revolução de 1930 contra a sua família.
Lucila pedia para ele não ir, chorou o tempo todo até o seu retorno.
As suas amigas não entendiam o desespero dela, já que era uma honra ter um namorado que lutou em uma guerra ou revolução. Muitas mandavam os seus namorados alistarem ou terminavam o namoro por acha-los covardes.
Nesta revolução, o meu avô quase perdeu a sua vida, voltando gravemente ferido para São Manuel.
Depois de recuperado, casou com a Lucila e tiveram cinco filhos: Angelo, Antônio, Vera Maria, Eduardo e Manuel Fernando.
Diante de todas essas atitudes, meu avô foi considerado por todos como débil mental e tendo como direito a herança uma casa pequena em São Manuel com uma cláusula única: não podendo vender durante toda a sua vida.


Homenagens:

Nome de Rua
Rua Maestro Ângelo Ricchetti, JD TEREZA CRISTINA
São Manuel-SP

Nome de Escola
Escola Municipal de Educação Infantil Prof Henrique Ricchetti

Museu de São Manuel
Rua Gomes de Faria, s/nº
Lá encontra-se muitos documentos da família Ricchetti e até uma foto do meu avô com farda antes de ir lutar na revolução.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Campione La Polenta é...


A nossa grande ganhadora do Sfida La Polenta é a Ameixa Seca do Blog Canela Moída!

Parabéns Ameixa!
A sua primeira polenta foi o nosso primeiro sucesso.
Obrigada a todas participantes e pelas receitas maravilhosas.
O próximo desafio será muito especial e com uma surpresa inesquecível.
Participem.

Melanzanine sott'olio



Essas berinjelinhas sempre me atraíram na quitanda... uma coisinha tão nenê!!! Mas eu não sabia o que fazer com elas... até freqüentar diariamente a casa da minha tia Ernestina, cozinheira de mão cheia e super conhecedora de pratos italianos. A casa da tia Ernestina foi um ponto de encontro familiar por 7 semanas nos meses de julho e agosto, já que minha prima Paula, que mora nos Estados Unidos, estava aqui com seus dois filhos. Então era uma constante festa... cheia de pães quentinhos, bolos super caseiros e divinos, cafezinhos e petiscos deliciosos como as berinjelinhas "sott'olio" que me encantaram!!

Bingo! Comprei as berinjelinhas, telefonei para a titia e aí vai a receita hiper-caseira, ou seja, ninguém me deu medidas exatas...

Lave as berinjelinhas (eu comprei duas bandejinhas, tinham aproximadamente umas 25 berinjelinhas), retire as pontas, corte-as ao meio e leve-as ao forno por mais ou menos 1 hora. Elas perderão grande parte da água e murcharão. Espere esfriar (esse é um detalhe muito importante, ela me repetiu muitas vezes) e coloque-as em um vidro com alguns dentes de alho (eu coloquei uns 10 dentes de alho cortados ao meio). Coloque sal a gosto, orégano, alecrim e cubra-as com vinagre branco (eu usei de maçã) e deixe "dormir" destampado. No dia seguinte eu retirei mais ou menos a metade do vinagre e coloquei a mesma quantidade de azeite de oliva extra-virgem... ajustei o sal e coloquei um pouco de pimenta vermelha!! Ficaram lindas!!

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Classificação dos Vinhos Italianos

Sinceramente, eu prefiro beber!! hehehe
Mas fiz uma pequena pesquisa referente vinhos italianos, espero que vocês gostem.
VINO DA TAVOLA
São vinhos de qualidade inferior, de qualquer procedência geográfica e não podem ter no rótulo o nome da uva, nem a safra, nem a região. Constituem cerca de 80% dos vinhos da Itália. Existem alguns poucos Vinos da Tavola de ótimo nível, por não se enquadrarem nas normas das DOC e DOCG.
INDICAZIONE GEOGRAFICA TIPICA (IGT)
Essa denominação foi instituida a partir de 1992 e é aplicada em cerca de 150 vinho de mesa elaborados em regiões geográficas específicas (uma província, uma comuna ou parte delas, tais como, uma colina, um vale, etc.).
No rótulo podem constar o nome da uva, a safra, a região e o tipo de vinho (frizzante, amabile, novello, etc.)

VINI TIPICI
Equivale ao Vin de Pays da França e, apesar de criada em 1989, continua sem uma normatização precisa. Pretende-se aplicar essa designação a vinhos de mesa diferenciados, com tipologia definida.
Atualmente, esses vinhos são incluídos na contagem dos Vini di Tavola, mas espera-se que venham a constituir cerca de 40% dos vinhos italianos.

DENOMINAZIONE DI ORIGINE CONTROLLATA (DOC)
Qualificação criada em 1963, é atribuída aos vinhos provenientes de cerca de 300 regiões vinícolas delimitadas que podem ser uma pequena área, uma província ou uma área geográfica ainda maior.
Sua quantificação é complicada, pois algumas regiões, como Valle d’Aosta e Chianti, possuem diversos vinhos de distritos diferentes, mas são contadas como uma única DOC.
Apenas cerca de 15% dos vinhos italianos pertencem às DOCs e são elaborados com tipos específicos de uvas para cada região e por métodos específicos de vinificação. Cerca de 850 vinhos possuem a designação DOC e, junto com os DOCG, representam apenas cerca de 20% dos vinhos italianos. Em algumas DOC existem sub-classificações, tais como: Riserva ou Vecchio, para vinhos envelhecidos maior tempo em madeira; Superiore, para vinhos maior teor alcoólico ou maior período de envelhecimento.
DENOMINAZIONE DI ORIGINE CONTROLLATA E GARANTITA - DOCG
Classificação criada em 1982, abrange os melhores vinhos da Itália. É atribuída aos vinhos de quatorze DOC: Barbaresco, Barolo, Gattinara e Asti, no Piemonte; Franciacorta, na Lombardia; Brunello de Montalcino, Carmigiano, Chianti, Vino Nobile di Montepulciano e Vernaccia di San Gimignano, na Toscana; Albana di Romagna (na Emilia Romagna); Montefalco Sagrantino e Torgiano Rossso Riserva, na Umbria; Taurasi (na Campania)
OS FORA-DA-LEI
Alguns vinhos italianos, considerados entre os melhores do país e do mundo, classificam-se apenas como Vino da Tavola ou IGT, por não se enquadrarem nas normas das DOC e DOCG (tipos de uva, métodos de vinificação, etc.) e, por isso, são apelidados de "os fora da lei". Na Toscana são chamados de Super-Toscanos.

CATEGORIAS ESPECIAIS
Essas categorias não tem relação com qualidade, mas apenas com uma característica específica que diferencia determinados vinhos de outros.
Novello (Jovem) - Vinho semelhante ao Beaujolais Nouveau, vinificado em pelo 30% através de maceração carbônica e com no mínimo 11 GL de teor alcoólico e não mais que 10 g de açúcar residual. Só pode ser vendido após 06 de novembro e deve ser engarrafado em 31 de dezembro do ano da colheita.
Vecchio (Velho) - Vinho que envelhece o mínimo três anos antes da comercialização.
Classico - Uma denominação que diferencia algumas DOC em níveis de qualidade, por exemplo Chianti e Chianti Classico.
Superiore - Vinho que envelhece no mínimo um ano antes da comercialização.
Riserva (Reserva) - Vinho que envelhece no mínimo três a cinco anos antes da comercialização.
Spumante (Espumante) - Vinho espumante, como o Champagne, elaborado tanto pelo método Charmat ou por método Champenoise.
Frizzante (Frizante) - Vinho ligeiramente espumante, como o vinho verde português.
Secco, Abbocado , Amabile e Dolce - Definem o teor de açúcar do vinho que pode ser: seco, práticamente sem açúcar (secco); meio seco ou demi-sec, com teores médios de açúcar (abbocado e amabile); francamente doce (dolce).
Liquoroso (Licoroso) - Vinho fortificado ou naturalmente forte.
Passito (Passificado) - Vinho elaborado de uvas semi-desidratas (passas).
Ripasso (Repassado) - Vinho que após elaborado é deixado repousar nas borras de fermentação do Amarone, ganhando corpo, sabor e graduação.

Fonte:http://www.academiadovinho.com.br/, http://vejasaopaulo.abril.com.br/vinhos/m0110729.html

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Chegou a hora de votar!!!

Pessoal, chegou a hora de escolher qual a polenta que melhor representa este desafio. Tivemos muitas opções, doces, salgadas, tradicionais, de família, criações e foi um desafio muito saboroso e também tivemos muitas surpresas durante estes dias. Para resfrescar a memória e encher a todos de vontade vou listar aqui todas as participações do desafio:

Esta foi a polenta da Nana (Manga com Pimenta) original, com cogumelos frescos, ótima para dias frios.
A participação da Claudia (Magia na Cozinha) foi para acabar com esta idéia de que americanos não comem polenta. E essa é delicada e a apresentação ficou linda.

A polenta da Ameixa (Canela Moída) é muito diferente, prá começo de história é doce. E foi a primeira vez que ela comeu polenta. Bom começo!!!

Esta é polenta da Letícia (Cozinha Magia), uma adaptação de uma receita tradicional, com a diferença que é em camadas, intercalando molho e mussarela.

A polenta da Luciana (Cafezinho das Cinco) faz parte de uma lembrança de um antepasto que ela comia em um restaurante italiano em Brasília. Pode perfeitamente se transformar em prato principal.

A Luciana (Rosmarino e Prezzemolo) fez uma polenta que veio de muito longe, das memórias da família dela, mais especificamente da sua bisa.

Polenta com Ratatouille foi a idéia da Adriana (Rosmarino e Prezzemolo), delícia prá vegetarianos e não vegetarianos.

A Carol (Cerejinha) disputou espaço na cozinha com a vó Anna, mas as avós sempre ganham...

E correndo contra o tempo chegou a surpresa que faltava, um bolo lindo que a Renata (Geléia de Rosas) fez, para coroar o nosso desafio

Agora é com vocês!! Escolham a receita que mais os agradou e votem. A votação fica aberta até dia 11/09, quando estaremos divulgando a receita vencedora. Participem.
Até a próxima.